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Por que as crianças brigam Por que as crianças brigam

Por que as crianças brigam? Saiba como identificar os Sinais

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Brigas entre crianças acontecem por várias razões: Fome, sono, cansaço, variações de humor. Por vezes, as brigas até podem ter uma motivação mais profunda, mas podem levar a xingamentos, empurrões, tapas, arranhões ou até mordidas.

Seja por que se sentem atacadas, ou mesmo sem intenção, a briga acaba por ser uma forma de expressão que deve ser evitada.

Preparamos um artigo que esperamos que possa ajudar nessas horas!

As brigas são importantes?

Desentendimentos são boas oportunidades para educadores e para os pais terem um período pedagógico importante na educação das crianças. São momentos que conseguimos identificar que há várias formas de pensar, de sentir, com vontades e desejos próprios.

Não é uma tarefa fácil. Ainda mais com a carga emocional que o momento carrega. Mas devemos encarar estas oportunidades para tirarem lições e entender que todas as pessoas e crianças são diferentes.

Identificar sinais

As brigas ocorrem numa fase, em que as crianças ainda estão em construção da sua maturidade neurológica e psíquica, e consequentemente a controlar os seus impulsos. É difícil nesta idade colocar-se no lugar da outra criança e entender quem também tem vontade própria.

As crianças estão numa fase de construção de linguagem e comunicação, e por vezes atacar ou contra-atacar ocorre quando se sentem ameaçadas, contrariadas ou que estão a invadir o seu espaço. A discórdia surge como uma forma de comunicação para demonstrar de que não estão a gostar e algo as incomoda.

Identificar sinais é uma forma de prevenir que a discórdia se transforme numa briga. Assim é preciso estar atenta(o) a alguns gatilhos que podem levar a comportamentos agressivos:

Tom de voz: Muitas brigas são precedidas por um aumentar do volume da conversa, e geralmente com palavras como “é meu”, “não dou”, “Me dá”, “é a minha vez”, “você vai quebrar”. Ao notar que a vocabulário começa a correr nessa direção, pode ser um bom momento de intervir, e ter o seu momento pedagógico, evitando assim chegar na briga.

Sono / Fome: Se nós adultos já temos variações de humor quando estamos cansados e com fome, por que isso não aconteceria com crianças? Normalmente as brigas bobas e fora do comum, ocorrem devido a algo que está a afetar as suas emoções, gerando reações incomuns nas crianças.  Eles sabem que algo os está incomodando e começam a testar limites, a dizer o que não gostam e a se expressar de forma a comunicar a sua insatisfação.

Hábitos: Cada criança é diferente. Um educador e uma mãe/pai conhecem o seu filho (a) como ninguém. É assim importante identificar hábitos comuns que tenham antes de brigas. Ao se manifestarem com esses hábitos, e com uma identificação prematura, muitas brigas podem ser evitadas.

Olhar Fixo: Por vezes, alguns alunos mantem um olhar fixo para algum coleguinha, numa antecipação de uma agressão ou briga.

Ciúmes:  Havendo um elemento novo no seu local habitual, seja um familiar que chegou e pretendem chamar a atenção, ou um novo brinquedo, ou mesmo um amiguinho que chega para brincar com os “seus brinquedos”, é uma divergência no espaço da criança que a incomoda. São estes momentos que podem levar a desacordos, e que são fundamentais para aprender a respeitar o próximo e resolver conflitos.

O que fazer?

Aprender a detectar comportamentos ou gatilhos que aumentam a agressividade da criança, é uma coisa simples a fazer, e que pode ser fundamental para poder ter conversas educativas sem uma carga emocional pós-briga.

Anteriormente também já tínhamos escrito um post sobre o que fazer quando as crianças brigam.  Caso a briga ocorra, uma coisa simples a fazer é remover a criança do ambiente, esperando acalmar o seu estado emocional. Uma agressão na criança é um comportamento que não funciona. Na verdade, estará a piorar a situação, uma vez que está a repetir o comportamento errado que a criança também teve.

Pergunte e ouça o que aconteceu. Coloque todos no mesmo barco sem tomar partido e ofereça ajuda para resolver a questão com compreensão e empatia.

É na infância que criamos as bases para a nossa vida adulta, e as aprendizagens deste crescimento é que nos vão moldar como pessoas.

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